O Patinho feio e a diversidade

Relatar fatos vividos é vivê-los novamente e, por mais que se possa reescrever por outros caminhos, a verdade intimida a reorganização dos fatos, na tentativa de fazer diferente. Sendo o passado imutável, há de se encontrar maneiras amenas de revelá-lo. Nesta intenção, fomos à busca de uma fábula que, de per se, fosse adequada para o entendimento de conflitos dos diferentes, minorias e desigualdades.

A adaptação da obra, O PATINHO FEIO, do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, publicada pela primeira vez em 11 de novembro de 1843, permitiu inserir o cotidiano da nossa unidade de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular Pediátrica – Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes, Fortaleza, Ceará, com suporte na parceria com o Children’s HeartLink.

As relações encontradas no conto podem, sem pretensão de fugir à realidade, ser aplicadas aos tratos entre pessoas, núcleos e instituições, intentando registrar momentos importantes para nossa unidade e para outros que porventura idealizam percorrer o mesmo caminho.

O Patinho feio e a diversidade

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